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PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE

(PGRSS)

2026

SUMÁRIO

01 .DADOS GERAIS DO ESTABELECIMENTO

01 .RESPONSÁVEL LEGAL DA EMPRESA

01 .CLASSIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

01 .CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DO ESTABELECIMENTO

02 .CONDIÇÕES URBANAS DO ENTORNO DA EMPRESA

02 .RESPONSÁVEL TÉCNICO DA EMPRESA

02 .RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PGRSS

03 .RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO DO PGRSS

03 .EMPRESA DE CONSULTORIA

03 .EMPRESA RESPONSÁVEL PELA DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS:

04 .SIGLAS

04 .APRESENTAÇÃO

05 .INTRODUÇÃO

06 .OBJETIVO GERAL

07 .PROCESSOS DE HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA

08 .SEGREGAÇÃO

08 .CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS, CONFORME RDC 222/18:

09 .SEGREGAÇÃO

10 .SEGREGAÇÃO

11 .ACONDICIONAMENTO

12 .IDENTIFICAÇÃO DOS RSS

13 .MEMORIAL DESCRITIVO

13 .FONTE GERANDO RESÍDUOS

14 .TRANSPORTE INTERNO

15 .ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO

15 .RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DE ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO INTERNO

16 .RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DE ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO INTERNO

17.ARMAZENAMENTO EXTERNO

17.FOTOS DO ARMAZENAMENTO EXTERNO TEMPORÁRIO

18.COLETA E TRANSPORTE EXTERNO

19. TRATAMENTO

19. INDICADORES DE MONITORAMENTO

19. DADOS OBTIDOS NA IMPLANTAÇÃO DO PLANO

20. MEMORIAL DESCRITIVO - TABEELA DA QUANTIDADE MÉDIA DE RESÍDUOS

21 .DESTINAÇÃO FINAL

21 .PROCEDIMENTOS COM RESÍDUOS PERIGOSOS

21 .PROCEDIMENTOS COM RESÍDUOS NÃO PERIGOSO

22 .CONTROLE INTEGRADOS DE VETORES E PRAGAS URBANAS

23 .CONTROLE DA QUALIDADE DA ÁGUA

23 .TABELA PREENCHIMENTO SEGMED

24 .SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR

25 .CONSIDERAÇÕES FINAIS

CNPJ:
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DADOS GERAIS DO ESTABELECIMENTO

RAZÃO SOCIAL:
CNPJ:
NOME FANTASIA:
NATUREZA:
ATIVIDADE PRINCIPAL CNAE:
NUMERO DE COLABORADORES:
NUMERO DE MENORES:
NUMERO DE AFASTADOS:
CIDADE:
BAIRRO:
CEP:
TELEFONE:
EMAIL:

RESPONSÁVEL LEGAL

NOME COMPLETO:
CBO:
CPF:
ENDEREÇO:

RESPONSÁVEL TÉCNICO

NOME COMPLETO:
CPF:
CBO:
ENDEREÇO:

RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PGRSS

RESPONSÁVEL:
CPF:

RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DO PGRSS

NOME COMPLETO:

RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO DO PGRSS

NOME:
PROFISSÃO:
REGISTRO NO CONSELHO DE CLASSE:
CBO:
EMPRESA DE CONSULTORIA:
ENDEREÇO:
CNPJ:
CNPJ:
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TELEFONE FIXO DIRETO:
TELEFONE CELULAR:
EMAIL:

EMPRESA RESPONSÁVEL PELA COLETA DOS RESÍDUOS:

NOME FANTASIA:
RAZÃO SOCIAL:
CNPJ:
ENDEREÇO:
TELEFONE :
E-MAIL :
CONTATO DA EMPRESA:
RESPONSÁVEL LEGAL:

EMPRESA RESPONSÁVEL PELA DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS:

NOME FANTASIA:
RAZÃO SOCIAL:
CNPJ:
ENDEREÇO:
TELEFONE :
E-MAIL :
RESPONSÁVEL LEGAL:

CLASSIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

CLASSIFICAÇÃO:
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO:
GRAU DE RISCO:

CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DO ESTABELECIMENTO

ÁREA TOTAL:
PAREDES DO ESTABELECIMENTO: Alvenaria
QUAL REVESTIMENTO:
DIVISÓRIA DE:
ALTURA:
NA COR:
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
CNPJ:
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INFORMAÇÕES ÚTEIS

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
CONDIÇÃO DO ESTABELECIMENTO:
em-atividade
ABASTECIMENTO DE ÁGUA: rede-publica

ILUMINAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

ILUMINAÇÃO: Artificial
QUAL ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL:
QUAL ILUMINAÇÃO COMBINADA:

CONDIÇÕES URBANAS DO ENTORNO DA EMPRESA

CONDIÇÕES URBANAS DO ENTORNO:
RISCO DE ENCHENTES:
RISCO DE DESLIZAMENTO:
QUEM FAZ A COLETA DE ESGOTO SANITÁRIO:
COLETA DE RESÍDUOS COMUNS:
QUEM FAZ A COLETA DE RESÍDUOS DE SAÚDE:

SIGLAS

ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS
ANVISA – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
CCIH – COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
CONAMA – CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE
CNEN – COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCELAR
EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
EPC – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA
GHS – GLOBALLY HARMONIZED SYSTEM OF CLASSIFICATION AND LABELLING OF CHEMICALS – SISTEMA HARMONIZADO GLOBALMENTE PARA A CLASSIFICAÇÃO E ROTULAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS.
IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA
NBR – NORMA BRASILEIRA REGISTRADA
NR – NORMA REGULAMENTADORA
ONU – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS
PGRSS – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DO SERVIÇO DE SAÚDE
PNSB – PESQUISA NACIONAL DE SANEAMENTO BÁSICO
RDC – RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA
RSS – RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
RSU – RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

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APRESENTAÇÃO

Este Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) foi concebido com intuito de apresentar à comunidade e aos órgãos de controle, como estão organizadas as políticas de gerenciamento de resíduos gerados pelo estabelecimento: , o presente plano foi baseado na RDC nº 222/2018 da ANVISA e na resolução nº 358/2005 do CONAMA.

Fica sob a responsabilidade do estabelecimento/empresa a adoção das ações recomendadas por este PGRSS.

INTRODUÇÃO

A sustentabilidade ambiental significa a possibilidade de utilização dos recursos ambientais de forma controlada para que as gerações seguintes não sejam comprometidas. A idealização de um plano de gerenciamento dos resíduos dos serviços de saúde visa à minimização dos impactos causados pelo serviço de saúde de forma que este se enquadre em padrão sustentável. Este deve obedecer a critérios técnicos, legislações sanitárias e ambientais, normas locais decoleta e transporte dos serviços de limpeza urbana, especialmente os relativos aos resíduos gerados no serviço de saúde. O PGRSS não é apenas um registro de intenções, abordando as condições de implantação e acompanhamento sistêmicos, com base em diversas providências ser tomadas de maneira hierárquica, por ordem de prioridade, necessária para elaboração e implementação do plano gestor.

OBJETIVO GERAL

Este plano, no âmbito do estabelecimento: pretende cumprir dentro da sua capacidade, as exigências legais exigidas pela vigilância sanitária, com o objetivo principal de minimizar o impacto ambiental causado por uma unidade geradora de resíduos perigosos e difíceis de serem dispostos em um local apropriado.

Objetivos específicos

Através da equipe de trabalho que compõe o PGRSS do estabelecimento: , visa-se:

⦁ Cumprir a legislação vigente (RDC 222/18 e CONAMA 358/05)
⦁ Minimizar a geração dos resíduos gerados;
⦁ Adequar a segregação da origem;
⦁ Controlar e reduzir acidentes de trabalho;
⦁ Acondicionar resíduos corretamente;
⦁ Determinar vias de transporte dos resíduos em horários específicos;
⦁ Avaliar a possibilidade de reutilização de alguns resíduos;
⦁ Avaliar a possibilidade de reciclagem de alguns resíduos;
⦁ Promover a educação ambiental e sanitária;
⦁ Promover a disposição final dos resíduos de forma correta.

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PROCESSOS DE HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA

O estabelecimento realiza procedimentos de higienização e limpeza diariamente, antes do início do expediente, garantindo um ambiente seguro para pacientes e profissionais. As principais medidas adotadas incluem:
⦁ Coleta e armazenamento interno adequado dos resíduos gerados nos processos.
⦁ Limpeza e desinfecção de superfícies, como pisos e paredes, utilizando desinfetantes domissanitários adequados.
⦁ Manutenção de um ambiente limpo e organizado para minimizar riscos de contaminação.
O manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) é entendido como o conjunto de ações que envolvem a gestão intra e extra estabelecimento, desde a geração até a disposição final. O objetivo é garantir a segurança dos profissionais envolvidos, dos pacientes e do meio ambiente, reduzindo os impactos negativos.

As etapas envolvem:
Segregação, Acondicionamento, identificação, coleta interna I, armazenamento temporário, coleta interna II, armazenamento externo, coleta externa, tratamento, disposição final. A aquisição de materiais é um processo fundamental para garantir a continuidade das atividades do estabelecimento de saúde. Os materiais necessários para a execução dos procedimentos incluem:

⦁ Seringas e agulhas descartáveis;
⦁ Luvas de procedimento e luvas;
⦁ cirúrgicas; Esparadrapos e ataduras;
⦁ Máscaras de proteção;
⦁ Algodão e gazes;
⦁ Produtos de assepsia e desinfetantes entre outros;
⦁ A gestão eficiente desses materiais é essencial para evitar desperdícios e garantir a segurança dos procedimentos.

Resíduos Gerados:
Os materiais utilizados nos procedimentos tornam-se resíduos após o uso e devem ser descartados de forma correta, seguindo as normas de segurança e meio ambiente. A classificação dos resíduos gerados no estabelecimento segue as diretrizes regulamentares, conforme veremos no documento PGRSS.

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SEGREGAÇÃO

A segregação dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) é um processo fundamental para garantir o descarte correto, minimizando riscos ambientais e à saúde dos profissionais e da população. Os resíduos devem ser separados no momento da geração, conforme sua classificação:

CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS, CONFORME RDC 222/18:

GRUPO A
Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção.
Subgrupo A1: Culturas e estoques de micro-organismos; resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os medicamentos hemoderivados; descarte de vacinas de microrganismos vivos, atenuados ou inativados; meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; resíduos de laboratórios de manipulação genética.
Resíduos resultantes da atividade de ensino e pesquisa ou atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes classe de risco 4, microrganismos com relevância epidemiológica e risco de disseminação ou causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido.
Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de coleta incompleta. Sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.
Subgrupo A2: Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais submetidos a processos de experimentação com inoculação de microrganismos, bem como suas forrações, e os cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação, que foram submetidos ou não a estudo anatomopatológico ou confirmação diagnóstica.
Subgrupo A3: Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas, que não tenham valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo paciente ou seus familiares.
Subgrupo A4: Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores, quando descartados. Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de equipamento médico-hospitalar e de pesquisa, entre outros similares. Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes classe de risco 4, e nem apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação, ou microrganismo causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou com suspeita de contaminação com príons.

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Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo. 
Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenha sangue ou líquidos corpóreos na forma livre. Peças anatômicas (órgãos e tecidos), incluindo a placenta, e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica. Cadáveres, carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais não submetidos a processos de experimentação com inoculação de microrganismos.

Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão.
Subgrupo A5: Órgãos, tecidos e fluidos orgânicos de alta infectividade para príons, de casos suspeitos ou confirmados, bem como quaisquer materiais resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, suspeitos ou confirmados, e que tiveram contato com órgãos, tecidos e fluidos de alta infectividade para príons. Tecidos de alta infectividade para príons são aqueles assim definidos em documentos oficiais pelos órgãos sanitários competentes.

GRUPO B – Resíduos químicos. Resíduos contendo produtos químicos que apresentam periculosidade à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade, mutagenicidade e quantidade.
⦁ Produtos farmacêuticos;
⦁ Resíduos de saneantes, desinfetantes; resíduos contendo metais pesados; reagentes para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes;
⦁ Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores);
⦁ Efluentes dos equipamentos automatizados utilizados em análises clínicas;
⦁ Demais produtos considerados perigosos: tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos.
⦁ Resíduos contendo metais pesados.

GRUPO C – Rejeitos radioativos Qualquer material que contenha radionuclídeo em quantidade superior aos níveis de dispensa especificados em norma da CNEN e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista.

Enquadra-se neste grupo o rejeito radioativo, proveniente de laboratório de pesquisa e ensinona área da saúde, laboratório de análise clínica, serviço de medicina nuclear e radioterapia, segundo Resolução da CNEN e Plano de Proteção Radiológica aprovado para instalação radiativa.

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GRUPO D – Resíduos comuns.
Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. - Papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de vestuário, gorros e máscaras descartáveis, resto alimentar de paciente, material utilizado em antissepsia e hemostasia de venóclises, luvas de procedimentos que não entraram em contato com sangue ou líquidos corpóreos, equipo de soro, abaixadores de língua e outros similares não classificados como A1. - Sobras de alimentos e do preparo de alimentos.
- Resto alimentar de refeitório.
- Resíduos provenientes das áreas administrativas.
- Resíduos de varrição, flores, podas e jardins.
- Resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde.
- Forrações de animais de biotérios sem risco biológico associado.
- Resíduos recicláveis sem contaminação biológica, química e radiológica associada.
- Pelos de animais

GRUPO E – Materiais perfurocortantes Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares; ponteiras de micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea placas de Petri) e outros similares.

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ACONDICIONAMENTO

O acondicionamento dos resíduos de serviços de saúde deve seguir normas específicas para garantir a segurança e evitar contaminações. Cada grupo de resíduo possui um tipo de recipiente apropriado para seu armazenamento:

ACONDICIONAMENTO
Grupo A (Infectantes)Devem ser acondicionados em sacos plásticos brancos leitosos, resistentes e impermeáveis, identificados com o símbolo de substância infectante. Estes sacos devem ser trocados regularmente e não podem ultrapassar dois terços de sua capacidade.
Grupo B (Químicos)Necessitam de recipientes rígidos, impermeáveis e resistentes a substâncias químicas. Os recipientes devem ser vedados para evitar vazamentos e armazenados em locais ventilados e protegidos contra intempéries.
Grupo C (Radioativos)Devem ser acondicionados em recipientes exclusivos, com símbolos de radiação, atendendo às normas da CNEN. Esses recipientes devem possuir blindagem adequada e serem mantidos em locais controlados até o descarte.
Grupo D (Comuns)Podem ser acondicionados em sacos plásticos (pretos) convencionais, porém devem ser mantidos separados dos resíduos infectantes para evitar contaminação cruzada.
Grupo E (Perfurocortantes)Devem ser descartados em caixas rígidas de paredes resistentes, à prova de perfuração, com tampa de fechamento seguro e identificadas corretamente para evitar acidentes. O descarte deve ocorrer sempre que atingirem dois terços da capacidade.

O ambiente de armazenamento deve ser higienizado periodicamente para evitar proliferação de vetores e odores desagradáveis.
O correto acondicionamento garante que os resíduos sejam manuseados e transportados de forma segura, reduzindo riscos de contaminação e impacto ambiental.

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IDENTIFICAÇÃO DOS RSS
A identificação de cada grupo de resíduos se dá conforme simbologia apresentada na seguinte tabela: IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS E SEGREGAÇÃO DOS RESÍDUOS

CÓDIGO/ IDENTIFICAÇÃO DOS RSS
DESCRIÇÃO
ACONDICIONAMENTO TEMPORÁRIO
O grupo A é identificado, no mínimo, pelo símbolo de risco biológico, com rótulo de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da expressão RESÍDUO INFECTANTE.
SACOS PLÁSTICOS BRANCO OU LEITOSO
O grupo B é identificado por meio de símbolo e frase de risco associado à periculosidade do resíduo químico. Observação – outros símbolos e frases do GHS também podem ser utilizados.
EMBALAGEM ORIGINAL OU EMBALAGEM RESISTENTE A RUPTURA.
O grupo C Resíduos de serviços de medicina nuclear e radioterapia etc. são utilizadas etiquetas com o símbolo internacional de radiação ionizante 
OS REJEITOS DE USINAS NUCLEARES SÃO COLOCADOS EM RECIPIENTES ESPECIAIS E DESCARTADOS EM LOCAIS COM REVESTIMENTO DE CONCRETO
O grupo D deve ser identificado conforme definido pelo órgão de limpeza urbana.
SACO PLÁSTICO VERDE
O grupo D deve ser identificado conforme definido pelo órgão de limpeza urbana.
SACO PLÁSTICO AZUL OU PRETO
O grupo E é identificado pelo símbolo de risco biológico, com rótulo de fundo branco, desenho e contorno preto, acrescido da inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTANTE.
EMBALAGEM RÍGIDA, RESISTENTE À PUNCTURA, RUPTURA E VAZAMENTO, COM TAMPA E IDENTIFICADA.
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MEMORIAL DESCRITIVO:

Os setores da empresa apresentam os seguintes resíduos gerados:
SETORGRUPO DE RESÍDUOSFONTE GERADORA
Loja
Sala de Injetáveis
Depósito
Esritório
Copa
Banheiro
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Transporte Interno

Os resíduos classificados como Grupo D não são armazenados no estabelecimento, pois seu volume é baixo e sua proximidade ao ponto de geração permite o descarte diário. Além disso, a coleta municipal realiza a remoção diária desses resíduos, garantindo sua adequada destinação.

Horário de Transporte - A coleta ocorre em horários pré-determinados, evitando a circulação de resíduos durante o atendimento ao público. Podendo ocorrer a coleta ao menos duas vezes ao dia, no início e no final do expediente. 

Logística - O transporte deve ser feito por meio de carrinhos específicos para cada tipo de resíduo se, devidamente identificados e de fácil higienização. Os trajetos devem evitar áreas de circulação de pacientes e funcionários não envolvidos na atividade. 

Treinamento  - Todos os profissionais responsáveis pela coleta e transporte devem receber treinamento periódico sobre manuseio seguro, uso correto de EPIs e procedimentos de emergência em caso de derramamento ou acidente com resíduos perigosos. 

EPIs – Obrigatórios, Luvas de borracha, avental impermeável, touca ou gorro, máscara, óculos de proteção e botas impermeáveis, jaleco e calçado de segurança devem ser utilizados durante toda a atividade de coleta e transporte interno. Higienização dos Equipamentos, os carrinhos e recipientes utilizados no transporte interno devem ser higienizados diariamente com desinfetantes adequados para evitar a contaminação cruzada. 

O cumprimento rigoroso dessas diretrizes garante que os resíduos sejam movimentados com segurança dentro do estabelecimento, reduzindo riscos à saúde dos trabalhadores e à integridade do meio ambiente. 

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Armazenamento Temporário

Os resíduos são acondicionados corretamente até o transporte para o armazenamento externo ou destinação final, realizado por uma empresa terceirizada especializada, por funcionários capacitados em coletas e destinação final segura.
Os resíduos do Grupo D são devidamente acondicionados em recipientes fechados e separados, seguindo as normas vigentes. A coleta ocorre diariamente, conforme o cronograma da prefeitura municipal.
Controle e Monitoramento
O armazenamento externo é inspecionado regularmente, garantindo que os resíduos estejam devidamente acondicionados e dentro do prazo de armazenamento permitido. Mantido um registro de controle da movimentação dos resíduos, contendo informações como data de armazenamento, volume, tipo de resíduo e data de coleta pela empresa especializada. Os funcionários responsáveis pelo manejo dos resíduos são treinados periodicamente, garantindo o cumprimento das normas de segurança e biossegurança. A higienização do local deve ser feita regularmente com produtos adequados, prevenindo riscos de contaminação cruzada e proliferação de agentes biológicos.

Relatório Fotográfico de armazenamento Temporário Interno:

GRUPO (A):

GRPO (E):

GRUPO (D:)

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Grupo B - Armazenamento de Medicamentos Vencidos com Controle Especial Os medicamentos controlados vencidos (Lista A1, A2, B1, B2, C1 e os subgrupos, são armazenados em armario trancado com chave, sob responsabilidade do farmacêutico responsável técnico, atendendo ao Art. 67 da Portaria nº 344/98. O local deve estar sinalizado com a identificação 'Medicamentos Vencidos', permanecer trancado, ter acesso exclusivo do responsável legal, livro de registro específico para medicamentos vencidos, controle de acesso ao armário e garantir que os medicamentos permaneçam armazenados até a devolução ao distribuidor ou coleta por empresa autorizada."
Grupo B - Armazenamento de Medicamentos Comuns
O local deve estar sinalizado com a identificação 'Medicamentos Vencidos', permanecer trancado, ter acesso exclusivo do responsável legal, controle de acesso ao armário e garantir que os medicamentos permaneçam armazenados até a devolução ao distribuidor ou coleta por empresa autorizada."

CNPJ:
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ARMAZENAMENTO EXTERNO

Controle e Monitoramento

Grupo B – Armazenamento de Medicamentos Vencidos com Controle Especial

Os medicamentos controlados vencidos (Lista A1, A2, B1, B2, C1 e os subgrupos, são armazenados em armário trancado com chave, sob responsabilidade do farmacêutico responsável técnico, atendendo ao Art. 67 da Portaria nº 344/98.

O local estar sinalizado com a identificação ‘Medicamentos Vencidos’, permanece trancado, tem acesso exclusivo do responsável legal e técnico, livro de registro específico para medicamentos vencidos, controle de acesso ao armário e garantir que os medicamentos permaneçam armazenados até a coleta por empresa autorizada.”

Grupo B – Armazenamento de Medicamentos Comuns

O local estar sinalizado com a identificação ‘Medicamentos Vencidos’, permanece trancado, tem acesso exclusivo do responsável legal e técnico, controle de acesso ao armário e garantir que os medicamentos permaneçam armazenados até a coleta por empresa autorizada.”

Relatório Fotográfico de armazenamento temporário interno:

CNPJ:
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ARMAZENAMENTO EXTERNO

O local destinado ao armazenamento externo é exclusivo para RSS, os resíduos do grupo A e E gerados pela empresa, são armazenados em recipientes fechados com símbolo de substância infectante e identificado. Os resíduos do grupo D são colocados devidamente acondicionados em recipiente fechado e separados. Protegido contra intempéries e acesso não autorizado, vetores e pragas, reduzindo o risco de contaminação. A área é distante de áreas de circulação de pessoas e de ambientes sensíveis, como cozinhas, áreas administrativas e locais de atendimento ao público. Possui ventilação adequada e piso impermeável e de fácil limpeza, permitindo a higienização frequente. O auxiliar de limpeza(faxineira) e responsável pelo manejo dos resíduos e são treinados periodicamente, garantindo o cumprimento das normas de segurança e biossegurança. A higienização é feita diariamente com produtos de assepsia e desinfetantes, prevenindo riscos de contaminação cruzada e proliferação de agentes biológicos.

Controle e Monitoramento

O armazenamento externo é inspecionado regularmente, garantindo que os resíduos estejam devidamente acondicionados e dentro do prazo de armazenamento permitido. Mantido um registro de controle da movimentação dos resíduos, contendo informações como data de armazenamento, volume, tipo de resíduo e data de coleta pela empresa especializada. Os funcionários responsáveis pelo manejo dos resíduos são treinados periodicamente, garantindo o cumprimento das normas de segurança e biossegurança. A higienização do local e feita regularmente com produtos adequados, prevenindo riscos de contaminação cruzada e proliferação de agentes biológicos.

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Armazenamento temporario externo - de acordo com o art. 35 da RDC 222/2018 do Grupo A - E Lixo contaminado/infectante.

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Relatório Fotográfico de armazenamento temporário externo:

Grupo D – Lixo comum

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A quantificação dos resíduos gerados no estabelecimento foi projetada através dos dados das coletas realizadas, conforme manifestos (comprovantes de recolhimento) da empresa PAZ AMBIENTAL, bem como, considerou-se também a base média de geração de resíduos diariamente, semanal e mensal.

Responsável pelo transporte:
Veículo utilizado:
Caminhão baú com certificação do INMETRO destinado a transportar resíduos infectocontagiosos e contaminantes diversos.
Frequência de coleta:

Grupo D: Resíduos comuns

Responsável pelo transporte:
Veículo utilizado:
Caminhão próprio para resíduo comum.
Frequência de coleta:
Grupos:
Responsável pelo transporte:
Veículo utilizado:
Frequência de coleta:

TRATAMENTO

Indicadores de Monitoramento

Dados Obtidos na Implantação do Plano

Variação na geração de resíduos (% do total gerado):

GRUPO A (infectantes): [volume_percent callback="volume_percent_anual_grupo_a"]
GRUPO B (Químicos): [volume_percent callback="volume_percent_anual_grupo_b"]
GRUPO D (Comuns): [volume_percent callback="volume_percent_anual_grupo_d"]
GRUPO E (Perfurocortantes): [volume_percent callback="volume_percent_anual_grupo_e"]
CNPJ:
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MEMORIAL DESCRITIVO: Tabela da quantidade média de resíduos

MEDIDA
GRUPO A
GRUPO B
GRUPO D
GRUPO E
KG Diário
Volume % Diário
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KG Semanal
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Volume % Semanal
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KG Mensal
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Volume % Mensal
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KG Anual
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Volume % Anual
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Empresa Contratada
Prefeitura
Frequência / Quantidade
Tipo de Veículo
Destino Final
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DESTINAÇÃO FINAL:

A destinação final de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) é uma etapa essencial para garantir a proteção da saúde pública, a segurança ocupacional e a preservação ambiental. Os resíduos gerados possuem características distintas e demandam tratamentos específicos conforme a regulamentação vigente, como a RDC nº 222/2018 da ANVISA, a Resolução CONAMA nº 358/2005 e as normas da ABNT NBR 10004/2004.

A , realiza o transporte de RSS conforme as normas legais e regulatórias, utilizando veículos adequados, identificados e autorizados, garantindo o atendimento às exigências sanitárias e ambientais.
Os resíduos dos Grupos: , após a coletados pela Máxima Ambiental , são encaminhados à empresa Resíduo Zero Ambiental que é responsável pela destinação final dos resíduos. Após o tratamento térmico, os resíduos do grupo A, E tornam-se isentos de risco biológico são encaminhados para aterro sanitário classe II. Os residuos do grupo B com características físico-químicas após incineração, são destinados para Aterro industrial Classe I.

PROCEDIMENTOS COM RESÍDUOS PERIGOSOS

TIPO
TRANSPORTE
DESTINO FINAL
Caminhão baú com certificação do INMETRO destinado a transportar resíduos infectocontagiosos e contaminantes diversos

PROCEDIMENTOS COM RESÍDUOS NÃO PERIGOSO

TIPO
TRANSPORTE
DESTINO FINAL
Resíduo comum Grupo D: São os que não apresentam risco químico, biológico ou radiológico a saúde ou ao meio ambiente, sendo equiparado aos resíduos domiciliares.
Serviço público de coleta da prefeitura municipal
Aterro Sanitário
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CONTROLE INTEGRADOS DE VETORES E PRAGAS URBANAS

O estabelecimento adota medidas preventivas e corretivas para o controle de vetores e pragas urbanas, com o objetivo de garantir ambiente limpo, livre de agentes nocivos à saúde pública, conforme previsto na RDC ANVISA nº 222/2018. O serviço é executado por empresa especializada, devidamente licenciada pelos órgãos competentes, utilizando tecnologia segura e eficaz, com produtos regularizados pela ANVISA.

Empresa licenciada:
Empresa especializada e autorizada nas atividades, esvaziamento e a limpeza de tranques de infiltração e fossas sépticas, sumidouros e poços de esgosto, limpeza de caixas de esgoto, galerias de águas pluviais e tubulações, serviços de deterização, desratização, descupinização e simulares. Licença Sanitária:
Periodicidade das aplicações: Anual (a cada 12 meses), ou conforme necessidade técnica. Técnico Responsável:

A tecnologia utilizada foi pulverização e aplicação de gel para controle de baratas, formigas, roedores e outros vetores, com produtos químicos devidamente autorizados pela ANVISA, como inseticidas piretroides e raticidas anticoagulantes. Além das aplicações, o estabelecimento realiza higienização frequente de áreas internas, armazenamento adequado de resíduos e controle de umidade, como medidas preventivas contra infestações.

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CONTROLE DA QUALIDADE DA ÁGUA

A água utilizada no empreendimento é fornecida pela Companhia de Água e Saneamento Municipal, que realiza um rigoroso controle de qualidade conforme as normativas vigentes. Além disso, a empresa adota medidas preventivas para garantir a manutenção da qualidade da água, incluindo a limpeza e desinfecção da caixa d’água a cada seis meses, em conformidade com as exigências, que estabelece os padrões de qualidade da água para consumo humano. Para comprovação da regularidade do fornecimento e da qualidade da água utilizada, anexa-se a fatura mensal da concessionária responsável, garantindo a rastreabilidade e o atendimento às normas vigentes.

CONTROLE DA QUALIDADE DA REDE DE ESGOTO

O sistema de esgotamento sanitário do empreendimento está integrado à rede pública municipal de esgoto, que atende às exigências da Resolução CONAMA nº 430/2011, a qual dispõe sobre o controle da poluição hídrica e os padrões para o lançamento de efluentes. Segue anexo fatura de água e esgoto do municipio.

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CRONOGRAMA DE AÇÕES:

AÇÃO
STUAÇÃO ATUAL
MÊS/ANO
RESPONSÁVEL
Destinação dos resíduos para empresa coletora especializada.
Destinação dos resíduos para empresa coletora especializada.
Treinamento de capacitação de manuseio de resíduos e coleta seletiva.
Educação Ambiental – Sensibilizar sobre o impacto ambiental e reciclagem de resíduos da Classse D com todos os colaboradores ou a cada novo colaborador.
Revisão global do PGRSS e de todas as ações com fins de atualização e correção de falhas.
Implantação do PGR, PCMSO e de todas as ações com fins de controle de riscos ocupacionais e correção de falhas.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL:

O Plano Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde pode ser visto como forma de educar ambientalmente as pessoas direta ou indiretamente ligadas ao ambiente que tenha o PGRSS implantado, uma vez que, EDUCAÇÃO AMBIENTAL são processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial a qualidade de vida e sua sustentabilidade.

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EDUCAÇÃO AMBIENTAL:

O Plano Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde pode ser visto como forma de educar ambientalmente as pessoas direta ou indiretamente ligadas ao ambiente que tenha o PGRSS implantado, uma vez que, EDUCAÇÃO AMBIENTAL são processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial a qualidade de vida e sua sustentabilidade.

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SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR

⦁ Todos os funcionários envolvidos em serviços de saúde e no processo de gerenciamento de resíduos, quer seja na segregação, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento ou disposição final, deverão ser periodicamente capacitados e submetidos a exames médicos admissionais, periódicos, demissionais, conforme recomenda a NR07, incluindo a imunização contra difteria, tétano e hepatite B.
⦁ Deverão ser utilizadas técnicas que garantam a preservação da integridade física dos profissionais envolvidos em todo o processo, devendo estar de acordo com as orientações dos órgãos locais e limpeza urbana.
⦁ A adoção de medidas de higiene e segurança permite que os funcionários envolvidos no PGRSS possam desenvolver seu trabalho com eficácia, reduzindo a exposição aos riscos inerentes à atividade.
⦁ Utilizar equipamentos de proteção individual (EPI) – luva de látex, máscara, óculos, avental impermeável, calçado de segurança – antes de iniciar o trabalho, de forma a evitar acidentes e mantê- los limpos, higienizados e guardados em local adequado após o uso em atividades de manipulação dos resíduos.
⦁ Não comer, beber ou fumar durante o manuseio dos resíduos.
⦁ Em caso de acidentes (cortes, arranhões), lavar a ferida imediatamente com água e sabão e procurar atendimento médico imediatamente.
⦁ Manter atualizado o registro de acidentes ocorridos durante o manuseio de resíduos;
⦁ Não reutilizar luvas em caso de rompimento; descartá-las imediatamente.

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

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