PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE
(PGRSS)
SUMÁRIO
01 .DADOS GERAIS DO ESTABELECIMENTO
01 .RESPONSÁVEL LEGAL DA EMPRESA
01 .CLASSIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
01 .CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DO ESTABELECIMENTO
02 .CONDIÇÕES URBANAS DO ENTORNO DA EMPRESA
02 .RESPONSÁVEL TÉCNICO DA EMPRESA
02 .RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PGRSS
03 .RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO DO PGRSS
03 .EMPRESA DE CONSULTORIA
03 .EMPRESA RESPONSÁVEL PELA DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS:
04 .SIGLAS
04 .APRESENTAÇÃO
05 .INTRODUÇÃO
06 .OBJETIVO GERAL
07 .PROCESSOS DE HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA
08 .SEGREGAÇÃO
08 .CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS, CONFORME RDC 222/18:
09 .SEGREGAÇÃO
10 .SEGREGAÇÃO
11 .ACONDICIONAMENTO
12 .IDENTIFICAÇÃO DOS RSS
13 .MEMORIAL DESCRITIVO
13 .FONTE GERANDO RESÍDUOS
14 .TRANSPORTE INTERNO
15 .ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO
15 .RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DE ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO INTERNO
16 .RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DE ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO INTERNO
17.ARMAZENAMENTO EXTERNO
17.FOTOS DO ARMAZENAMENTO EXTERNO TEMPORÁRIO
18.COLETA E TRANSPORTE EXTERNO
19. TRATAMENTO
19. INDICADORES DE MONITORAMENTO
19. DADOS OBTIDOS NA IMPLANTAÇÃO DO PLANO
20. MEMORIAL DESCRITIVO - TABEELA DA QUANTIDADE MÉDIA DE RESÍDUOS
21 .DESTINAÇÃO FINAL
21 .PROCEDIMENTOS COM RESÍDUOS PERIGOSOS
21 .PROCEDIMENTOS COM RESÍDUOS NÃO PERIGOSO
22 .CONTROLE INTEGRADOS DE VETORES E PRAGAS URBANAS
23 .CONTROLE DA QUALIDADE DA ÁGUA
23 .TABELA PREENCHIMENTO SEGMED
24 .SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR
25 .CONSIDERAÇÕES FINAIS
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DADOS GERAIS DO ESTABELECIMENTO
RESPONSÁVEL LEGAL
RESPONSÁVEL TÉCNICO
RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PGRSS
RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DO PGRSS
RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO DO PGRSS
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EMPRESA RESPONSÁVEL PELA COLETA DOS RESÍDUOS:
EMPRESA RESPONSÁVEL PELA DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS:
CLASSIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DO ESTABELECIMENTO
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INFORMAÇÕES ÚTEIS
ILUMINAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
CONDIÇÕES URBANAS DO ENTORNO DA EMPRESA
SIGLAS
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS
ANVISA – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
CCIH – COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
CONAMA – CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE
CNEN – COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCELAR
EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
EPC – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA
GHS – GLOBALLY HARMONIZED SYSTEM OF CLASSIFICATION AND LABELLING OF CHEMICALS – SISTEMA HARMONIZADO GLOBALMENTE PARA A CLASSIFICAÇÃO E ROTULAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS.
IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA
NBR – NORMA BRASILEIRA REGISTRADA
NR – NORMA REGULAMENTADORA
ONU – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS
PGRSS – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DO SERVIÇO DE SAÚDE
PNSB – PESQUISA NACIONAL DE SANEAMENTO BÁSICO
RDC – RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA
RSS – RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
RSU – RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
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APRESENTAÇÃO
Fica sob a responsabilidade do estabelecimento/empresa a adoção das ações recomendadas por este PGRSS.
INTRODUÇÃO
A sustentabilidade ambiental significa a possibilidade de utilização dos recursos ambientais de forma controlada para que as gerações seguintes não sejam comprometidas. A idealização de um plano de gerenciamento dos resíduos dos serviços de saúde visa à minimização dos impactos causados pelo serviço de saúde de forma que este se enquadre em padrão sustentável. Este deve obedecer a critérios técnicos, legislações sanitárias e ambientais, normas locais decoleta e transporte dos serviços de limpeza urbana, especialmente os relativos aos resíduos gerados no serviço de saúde. O PGRSS não é apenas um registro de intenções, abordando as condições de implantação e acompanhamento sistêmicos, com base em diversas providências ser tomadas de maneira hierárquica, por ordem de prioridade, necessária para elaboração e implementação do plano gestor.
OBJETIVO GERAL
Objetivos específicos
⦁ Cumprir a legislação vigente (RDC 222/18 e CONAMA 358/05)
⦁ Minimizar a geração dos resíduos gerados;
⦁ Adequar a segregação da origem;
⦁ Controlar e reduzir acidentes de trabalho;
⦁ Acondicionar resíduos corretamente;
⦁ Determinar vias de transporte dos resíduos em horários específicos;
⦁ Avaliar a possibilidade de reutilização de alguns resíduos;
⦁ Avaliar a possibilidade de reciclagem de alguns resíduos;
⦁ Promover a educação ambiental e sanitária;
⦁ Promover a disposição final dos resíduos de forma correta.
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PROCESSOS DE HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA
O estabelecimento realiza procedimentos de higienização e limpeza diariamente, antes do início do expediente, garantindo um ambiente seguro para pacientes e profissionais. As principais medidas adotadas incluem:
⦁ Coleta e armazenamento interno adequado dos resíduos gerados nos processos.
⦁ Limpeza e desinfecção de superfícies, como pisos e paredes, utilizando desinfetantes domissanitários adequados.
⦁ Manutenção de um ambiente limpo e organizado para minimizar riscos de contaminação.
O manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) é entendido como o conjunto de ações que envolvem a gestão intra e extra estabelecimento, desde a geração até a disposição final. O objetivo é garantir a segurança dos profissionais envolvidos, dos pacientes e do meio ambiente, reduzindo os impactos negativos.
As etapas envolvem:
Segregação, Acondicionamento, identificação, coleta interna I, armazenamento temporário, coleta interna II, armazenamento externo, coleta externa, tratamento, disposição final.
A aquisição de materiais é um processo fundamental para garantir a continuidade das atividades do estabelecimento de saúde. Os materiais necessários para a execução dos procedimentos incluem:
⦁ Seringas e agulhas descartáveis;
⦁ Luvas de procedimento e luvas;
⦁ cirúrgicas; Esparadrapos e ataduras;
⦁ Máscaras de proteção;
⦁ Algodão e gazes;
⦁ Produtos de assepsia e desinfetantes entre outros;
⦁ A gestão eficiente desses materiais é essencial para evitar desperdícios e garantir a segurança dos procedimentos.
Resíduos Gerados:
Os materiais utilizados nos procedimentos tornam-se resíduos após o uso e devem ser descartados de forma correta, seguindo as normas de segurança e meio ambiente. A classificação dos resíduos gerados no estabelecimento segue as diretrizes regulamentares, conforme veremos no documento PGRSS.
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SEGREGAÇÃO
A segregação dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) é um processo fundamental para garantir o descarte correto, minimizando riscos ambientais e à saúde dos profissionais e da população. Os resíduos devem ser separados no momento da geração, conforme sua classificação:
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS, CONFORME RDC 222/18:
GRUPO A
Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção.
Subgrupo A1: Culturas e estoques de micro-organismos; resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os medicamentos hemoderivados; descarte de vacinas de microrganismos vivos, atenuados ou inativados; meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; resíduos de laboratórios de manipulação genética.
Resíduos resultantes da atividade de ensino e pesquisa ou atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes classe de risco 4, microrganismos com relevância epidemiológica e risco de disseminação ou causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido.
Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de coleta incompleta.
Sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.
Subgrupo A2: Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais submetidos a processos de experimentação com inoculação de microrganismos, bem como suas forrações, e os cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação, que foram submetidos ou não a estudo anatomopatológico ou confirmação diagnóstica.
Subgrupo A3: Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas, que não tenham valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo paciente ou seus familiares.
Subgrupo A4: Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores, quando descartados.
Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de equipamento médico-hospitalar e de pesquisa, entre outros similares.
Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes classe de risco 4, e nem apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação, ou microrganismo causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou com suspeita de contaminação com príons.
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Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo.
Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenha sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.
Peças anatômicas (órgãos e tecidos), incluindo a placenta, e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica.
Cadáveres, carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais não submetidos a processos de experimentação com inoculação de microrganismos.
Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão.
Subgrupo A5: Órgãos, tecidos e fluidos orgânicos de alta infectividade para príons, de casos suspeitos ou confirmados, bem como quaisquer materiais resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, suspeitos ou confirmados, e que tiveram contato com órgãos, tecidos e fluidos de alta infectividade para príons.
Tecidos de alta infectividade para príons são aqueles assim definidos em documentos oficiais pelos órgãos sanitários competentes.
GRUPO B – Resíduos químicos.
Resíduos contendo produtos químicos que apresentam periculosidade à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade, mutagenicidade e quantidade.
⦁ Produtos farmacêuticos;
⦁ Resíduos de saneantes, desinfetantes; resíduos contendo metais pesados; reagentes para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes;
⦁ Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores);
⦁ Efluentes dos equipamentos automatizados utilizados em análises clínicas;
⦁ Demais produtos considerados perigosos: tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos.
⦁ Resíduos contendo metais pesados.
GRUPO C – Rejeitos radioativos
Qualquer material que contenha radionuclídeo em quantidade superior aos níveis de dispensa especificados em norma da CNEN e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista.
Enquadra-se neste grupo o rejeito radioativo, proveniente de laboratório de pesquisa e ensinona área da saúde, laboratório de análise clínica, serviço de medicina nuclear e radioterapia, segundo Resolução da CNEN e Plano de Proteção Radiológica aprovado para instalação radiativa.
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GRUPO D – Resíduos comuns.
Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
- Papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de vestuário, gorros e máscaras descartáveis, resto alimentar de paciente, material utilizado em antissepsia e hemostasia de venóclises, luvas de procedimentos que não entraram em contato com sangue ou líquidos corpóreos, equipo de soro, abaixadores de língua e outros similares não classificados como A1.
- Sobras de alimentos e do preparo de alimentos.
- Resto alimentar de refeitório.
- Resíduos provenientes das áreas administrativas.
- Resíduos de varrição, flores, podas e jardins.
- Resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde.
- Forrações de animais de biotérios sem risco biológico associado.
- Resíduos recicláveis sem contaminação biológica, química e radiológica associada.
- Pelos de animais
GRUPO E – Materiais perfurocortantes
Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares; ponteiras de micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea placas de Petri) e outros similares.
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ACONDICIONAMENTO
O acondicionamento dos resíduos de serviços de saúde deve seguir normas específicas para garantir a segurança e evitar contaminações. Cada grupo de resíduo possui um tipo de recipiente apropriado para seu armazenamento:
| ACONDICIONAMENTO | |
|---|---|
| Grupo A (Infectantes) | Devem ser acondicionados em sacos plásticos brancos leitosos, resistentes e impermeáveis, identificados com o símbolo de substância infectante. Estes sacos devem ser trocados regularmente e não podem ultrapassar dois terços de sua capacidade. |
| Grupo B (Químicos) | Necessitam de recipientes rígidos, impermeáveis e resistentes a substâncias químicas. Os recipientes devem ser vedados para evitar vazamentos e armazenados em locais ventilados e protegidos contra intempéries. |
| Grupo C (Radioativos) | Devem ser acondicionados em recipientes exclusivos, com símbolos de radiação, atendendo às normas da CNEN. Esses recipientes devem possuir blindagem adequada e serem mantidos em locais controlados até o descarte. |
| Grupo D (Comuns) | Podem ser acondicionados em sacos plásticos (pretos) convencionais, porém devem ser mantidos separados dos resíduos infectantes para evitar contaminação cruzada. |
| Grupo E (Perfurocortantes) | Devem ser descartados em caixas rígidas de paredes resistentes, à prova de perfuração, com tampa de fechamento seguro e identificadas corretamente para evitar acidentes. O descarte deve ocorrer sempre que atingirem dois terços da capacidade. |
O ambiente de armazenamento deve ser higienizado periodicamente para evitar proliferação de vetores e odores desagradáveis.
O correto acondicionamento garante que os resíduos sejam manuseados e transportados de forma segura, reduzindo riscos de contaminação e impacto ambiental.
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IDENTIFICAÇÃO DOS RSS
A identificação de cada grupo de resíduos se dá conforme simbologia apresentada na seguinte tabela:
IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS E SEGREGAÇÃO DOS RESÍDUOS
CÓDIGO/ IDENTIFICAÇÃO DOS RSS | DESCRIÇÃO | ACONDICIONAMENTO TEMPORÁRIO |
|---|---|---|
![]() | O grupo A é identificado, no mínimo, pelo símbolo de risco biológico, com rótulo de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da expressão RESÍDUO INFECTANTE. | SACOS PLÁSTICOS BRANCO OU LEITOSO |
![]() | O grupo B é identificado por meio
de símbolo e frase de risco associado à periculosidade do resíduo químico.
Observação – outros símbolos e frases do GHS também podem
ser utilizados. | EMBALAGEM ORIGINAL OU EMBALAGEM RESISTENTE A RUPTURA. |
![]() | O grupo C Resíduos de serviços de medicina nuclear e radioterapia etc. são utilizadas etiquetas com o símbolo internacional de radiação ionizante | OS REJEITOS DE USINAS NUCLEARES SÃO COLOCADOS EM RECIPIENTES ESPECIAIS E DESCARTADOS EM LOCAIS COM REVESTIMENTO DE CONCRETO |
![]() | O grupo D deve ser identificado conforme definido pelo órgão de limpeza urbana. | SACO PLÁSTICO VERDE |
![]() | O grupo D deve ser identificado conforme definido pelo órgão de limpeza urbana. | SACO PLÁSTICO AZUL OU PRETO |
![]() | O grupo E é identificado pelo
símbolo de risco biológico, com rótulo de fundo branco, desenho e contorno preto, acrescido da inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTANTE. | EMBALAGEM RÍGIDA, RESISTENTE À PUNCTURA, RUPTURA E VAZAMENTO, COM TAMPA E IDENTIFICADA. |
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MEMORIAL DESCRITIVO:
| SETOR | GRUPO DE RESÍDUOS | FONTE GERADORA | |||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Loja | |||||||||||||||||||||||||||
| Sala de Injetáveis | |||||||||||||||||||||||||||
| Depósito | |||||||||||||||||||||||||||
| Esritório | |||||||||||||||||||||||||||
| Copa | |||||||||||||||||||||||||||
| Banheiro | |||||||||||||||||||||||||||
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Transporte Interno
Os resíduos classificados como Grupo D não são armazenados no estabelecimento, pois seu volume é baixo e sua proximidade ao ponto de geração permite o descarte diário. Além disso, a coleta municipal realiza a remoção diária desses resíduos, garantindo sua adequada destinação.
Horário de Transporte - A coleta ocorre em horários pré-determinados, evitando a circulação de resíduos durante o atendimento ao público. Podendo ocorrer a coleta ao menos duas vezes ao dia, no início e no final do expediente.
Logística - O transporte deve ser feito por meio de carrinhos específicos para cada tipo de resíduo se, devidamente identificados e de fácil higienização. Os trajetos devem evitar áreas de circulação de pacientes e funcionários não envolvidos na atividade.
Treinamento - Todos os profissionais responsáveis pela coleta e transporte devem receber treinamento periódico sobre manuseio seguro, uso correto de EPIs e procedimentos de emergência em caso de derramamento ou acidente com resíduos perigosos.
EPIs – Obrigatórios, Luvas de borracha, avental impermeável, touca ou gorro, máscara, óculos de proteção e botas impermeáveis, jaleco e calçado de segurança devem ser utilizados durante toda a atividade de coleta e transporte interno. Higienização dos Equipamentos, os carrinhos e recipientes utilizados no transporte interno devem ser higienizados diariamente com desinfetantes adequados para evitar a contaminação cruzada.
O cumprimento rigoroso dessas diretrizes garante que os resíduos sejam movimentados com segurança dentro do estabelecimento, reduzindo riscos à saúde dos trabalhadores e à integridade do meio ambiente.
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Armazenamento Temporário
Os resíduos são acondicionados corretamente até o transporte para o armazenamento externo ou destinação final, realizado por uma empresa terceirizada especializada, por funcionários capacitados em coletas e destinação final segura.
Os resíduos do Grupo D são devidamente acondicionados em recipientes fechados e separados, seguindo as normas vigentes. A coleta ocorre diariamente, conforme o cronograma da prefeitura municipal.
Controle e Monitoramento
O armazenamento externo é inspecionado regularmente, garantindo que os resíduos estejam devidamente acondicionados e dentro do prazo de armazenamento permitido.
Mantido um registro de controle da movimentação dos resíduos, contendo informações como data de armazenamento, volume, tipo de resíduo e data de coleta pela empresa especializada.
Os funcionários responsáveis pelo manejo dos resíduos são treinados periodicamente, garantindo o cumprimento das normas de segurança e biossegurança.
A higienização do local deve ser feita regularmente com produtos adequados, prevenindo riscos de contaminação cruzada e proliferação de agentes biológicos.
Relatório Fotográfico de armazenamento Temporário Interno:
GRUPO (A):
GRPO (E):
GRUPO (D:)
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Grupo B - Armazenamento de Medicamentos Vencidos com Controle Especial
Os medicamentos controlados vencidos (Lista A1, A2, B1, B2, C1 e os subgrupos, são armazenados em armario trancado com chave, sob responsabilidade do farmacêutico responsável técnico, atendendo ao Art. 67 da Portaria nº 344/98.
O local deve estar sinalizado com a identificação 'Medicamentos Vencidos', permanecer trancado, ter acesso exclusivo do responsável legal, livro de registro específico para medicamentos vencidos, controle de acesso ao armário e garantir que os medicamentos permaneçam armazenados até a devolução ao distribuidor ou coleta por empresa autorizada."
Grupo B - Armazenamento de Medicamentos Comuns
O local deve estar sinalizado com a identificação 'Medicamentos Vencidos', permanecer trancado, ter acesso exclusivo do responsável legal, controle de acesso ao armário e garantir que os medicamentos permaneçam armazenados até a devolução ao distribuidor ou coleta por empresa autorizada."
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ARMAZENAMENTO EXTERNO
Controle e Monitoramento
Grupo B – Armazenamento de Medicamentos Vencidos com Controle Especial
Os medicamentos controlados vencidos (Lista A1, A2, B1, B2, C1 e os subgrupos, são armazenados em armário trancado com chave, sob responsabilidade do farmacêutico responsável técnico, atendendo ao Art. 67 da Portaria nº 344/98.
O local estar sinalizado com a identificação ‘Medicamentos Vencidos’, permanece trancado, tem acesso exclusivo do responsável legal e técnico, livro de registro específico para medicamentos vencidos, controle de acesso ao armário e garantir que os medicamentos permaneçam armazenados até a coleta por empresa autorizada.”
Grupo B – Armazenamento de Medicamentos Comuns
O local estar sinalizado com a identificação ‘Medicamentos Vencidos’, permanece trancado, tem acesso exclusivo do responsável legal e técnico, controle de acesso ao armário e garantir que os medicamentos permaneçam armazenados até a coleta por empresa autorizada.”
Relatório Fotográfico de armazenamento temporário interno:
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ARMAZENAMENTO EXTERNO
O local destinado ao armazenamento externo é exclusivo para RSS, os resíduos do grupo A e E gerados pela empresa, são armazenados em recipientes fechados com símbolo de substância infectante e identificado. Os resíduos do grupo D são colocados devidamente acondicionados em recipiente fechado e separados. Protegido contra intempéries e acesso não autorizado, vetores e pragas, reduzindo o risco de contaminação. A área é distante de áreas de circulação de pessoas e de ambientes sensíveis, como cozinhas, áreas administrativas e locais de atendimento ao público. Possui ventilação adequada e piso impermeável e de fácil limpeza, permitindo a higienização frequente. O auxiliar de limpeza(faxineira) e responsável pelo manejo dos resíduos e são treinados periodicamente, garantindo o cumprimento das normas de segurança e biossegurança. A higienização é feita diariamente com produtos de assepsia e desinfetantes, prevenindo riscos de contaminação cruzada e proliferação de agentes biológicos.
Controle e Monitoramento
O armazenamento externo é inspecionado regularmente, garantindo que os resíduos estejam devidamente acondicionados e dentro do prazo de armazenamento permitido. Mantido um registro de controle da movimentação dos resíduos, contendo informações como data de armazenamento, volume, tipo de resíduo e data de coleta pela empresa especializada. Os funcionários responsáveis pelo manejo dos resíduos são treinados periodicamente, garantindo o cumprimento das normas de segurança e biossegurança. A higienização do local e feita regularmente com produtos adequados, prevenindo riscos de contaminação cruzada e proliferação de agentes biológicos.
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Armazenamento temporario externo - de acordo com o art. 35 da RDC 222/2018 do Grupo A - E Lixo contaminado/infectante.
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Relatório Fotográfico de armazenamento temporário externo:
Grupo D – Lixo comum
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A quantificação dos resíduos gerados no estabelecimento foi projetada através dos dados das coletas realizadas, conforme manifestos (comprovantes de recolhimento) da empresa PAZ AMBIENTAL, bem como, considerou-se também a base média de geração de resíduos diariamente, semanal e mensal.
Responsável pelo transporte: | |
|---|---|
Veículo utilizado: | Caminhão baú com certificação do INMETRO destinado a transportar resíduos infectocontagiosos e contaminantes diversos. |
Frequência de coleta: |
Grupo D: Resíduos comuns
Responsável pelo transporte: | |
|---|---|
Veículo utilizado: | Caminhão próprio para resíduo comum. |
Frequência de coleta: |
Responsável pelo transporte: | |
|---|---|
Veículo utilizado: | |
Frequência de coleta: |
TRATAMENTO
Indicadores de Monitoramento
Dados Obtidos na Implantação do Plano
Variação na geração de resíduos (% do total gerado):
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MEMORIAL DESCRITIVO: Tabela da quantidade média de resíduos
MEDIDA | GRUPO A | GRUPO B | GRUPO D | GRUPO E | KG Diário |
|---|---|---|---|---|
Volume % Diário | [volume_percent callback=”volume_percent_diario_grupo_a”] | [volume_percent callback=”volume_percent_diario_grupo_b”] | [volume_percent callback=”volume_percent_diario_grupo_d”] | [volume_percent callback=”volume_percent_diario_grupo_e”] |
KG Semanal | [volume_kg callback=”volume_kg_semanal_grupo_a”] | [volume_kg callback=”volume_kg_semanal_grupo_b”] | [volume_kg callback=”volume_kg_semanal_grupo_d”] | [volume_kg callback=”volume_kg_semanal_grupo_e”] |
Volume % Semanal | [volume_percent callback=”volume_percent_semanal_grupo_a”] | [volume_percent callback=”volume_percent_semanal_grupo_b”] | [volume_percent callback=”volume_percent_semanal_grupo_d”] | [volume_percent callback=”volume_percent_semanal_grupo_e”] |
KG Mensal | [volume_kg callback=”volume_kg_mensal_grupo_a”] | [volume_kg callback=”volume_kg_mensal_grupo_b”] | [volume_kg callback=”volume_kg_mensal_grupo_d”] | [volume_kg callback=”volume_kg_mensal_grupo_e”] |
Volume % Mensal | [volume_percent callback=”volume_percent_mensal_grupo_a”] | [volume_percent callback=”volume_percent_mensal_grupo_b”] | [volume_percent callback=”volume_percent_mensal_grupo_d”] | [volume_percent callback=”volume_percent_mensal_grupo_e”] |
KG Anual | [volume_kg callback=”volume_kg_anual_grupo_a”] | [volume_kg callback=”volume_kg_anual_grupo_b”] | [volume_kg callback=”volume_kg_anual_grupo_d”] | [volume_kg callback=”volume_kg_anual_grupo_e”] |
Volume % Anual | [volume_percent callback=”volume_percent_anual_grupo_a”] | [volume_percent callback=”volume_percent_anual_grupo_b”] | [volume_percent callback=”volume_percent_anual_grupo_d”] | [volume_percent callback=”volume_percent_anual_grupo_e”] |
Empresa Contratada | Prefeitura | |||
Frequência / Quantidade | ||||
Tipo de Veículo | ||||
Destino Final |
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DESTINAÇÃO FINAL:
A destinação final de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) é uma etapa essencial para garantir a proteção da saúde pública, a segurança ocupacional e a preservação ambiental. Os resíduos gerados possuem características distintas e demandam tratamentos específicos conforme a regulamentação vigente, como a RDC nº 222/2018 da ANVISA, a Resolução CONAMA nº 358/2005 e as normas da ABNT NBR 10004/2004.
PROCEDIMENTOS COM RESÍDUOS PERIGOSOS
TIPO | TRANSPORTE | DESTINO FINAL |
|---|---|---|
Caminhão baú com certificação do INMETRO destinado a transportar resíduos infectocontagiosos e contaminantes diversos |
PROCEDIMENTOS COM RESÍDUOS NÃO PERIGOSO
TIPO | TRANSPORTE | DESTINO FINAL |
|---|---|---|
Resíduo comum
Grupo D: São os que não apresentam risco químico, biológico ou radiológico a saúde ou ao meio ambiente, sendo equiparado aos resíduos domiciliares. | Serviço público de coleta da prefeitura municipal | Aterro Sanitário |
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CONTROLE INTEGRADOS DE VETORES E PRAGAS URBANAS
O estabelecimento adota medidas preventivas e corretivas para o controle de vetores e pragas urbanas, com o objetivo de garantir ambiente limpo, livre de agentes nocivos à saúde pública, conforme previsto na RDC ANVISA nº 222/2018. O serviço é executado por empresa especializada, devidamente licenciada pelos órgãos competentes, utilizando tecnologia segura e eficaz, com produtos regularizados pela ANVISA.
A tecnologia utilizada foi pulverização e aplicação de gel para controle de baratas, formigas, roedores e outros vetores, com produtos químicos devidamente autorizados pela ANVISA, como inseticidas piretroides e raticidas anticoagulantes. Além das aplicações, o estabelecimento realiza higienização frequente de áreas internas, armazenamento adequado de resíduos e controle de umidade, como medidas preventivas contra infestações.
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CONTROLE DA QUALIDADE DA ÁGUA
A água utilizada no empreendimento é fornecida pela Companhia de Água e Saneamento Municipal, que realiza um rigoroso controle de qualidade conforme as normativas vigentes. Além disso, a empresa adota medidas preventivas para garantir a manutenção da qualidade da água, incluindo a limpeza e desinfecção da caixa d’água a cada seis meses, em conformidade com as exigências, que estabelece os padrões de qualidade da água para consumo humano. Para comprovação da regularidade do fornecimento e da qualidade da água utilizada, anexa-se a fatura mensal da concessionária responsável, garantindo a rastreabilidade e o atendimento às normas vigentes.
CONTROLE DA QUALIDADE DA REDE DE ESGOTO
O sistema de esgotamento sanitário do empreendimento está integrado à rede pública municipal de esgoto, que atende às exigências da Resolução CONAMA nº 430/2011, a qual dispõe sobre o controle da poluição hídrica e os padrões para o lançamento de efluentes. Segue anexo fatura de água e esgoto do municipio.
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CRONOGRAMA DE AÇÕES:
AÇÃO | STUAÇÃO ATUAL | MÊS/ANO | RESPONSÁVEL |
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Destinação dos resíduos para empresa coletora especializada. | |||
Destinação dos resíduos para empresa coletora especializada. | |||
Treinamento de capacitação de manuseio de resíduos e coleta seletiva. | |||
Educação Ambiental – Sensibilizar sobre o impacto ambiental e reciclagem de resíduos da Classse D com todos os colaboradores ou a cada novo colaborador. | |||
Revisão global do PGRSS e de todas as ações com fins de atualização e correção de falhas. | |||
Implantação do PGR, PCMSO e de todas as ações com fins de controle de riscos ocupacionais e correção de falhas.
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL:
O Plano Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde pode ser visto como forma de educar ambientalmente as pessoas direta ou indiretamente ligadas ao ambiente que tenha o PGRSS implantado, uma vez que, EDUCAÇÃO AMBIENTAL são processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial a qualidade de vida e sua sustentabilidade.
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL:
O Plano Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde pode ser visto como forma de educar ambientalmente as pessoas direta ou indiretamente ligadas ao ambiente que tenha o PGRSS implantado, uma vez que, EDUCAÇÃO AMBIENTAL são processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial a qualidade de vida e sua sustentabilidade.
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SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR
⦁ Todos os funcionários envolvidos em serviços de saúde e no processo de gerenciamento de resíduos, quer seja na segregação, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento ou disposição final, deverão ser periodicamente capacitados e submetidos a exames médicos admissionais, periódicos, demissionais, conforme recomenda a NR07, incluindo a imunização contra difteria, tétano e hepatite B.
⦁ Deverão ser utilizadas técnicas que garantam a preservação da integridade física dos profissionais envolvidos em todo o processo, devendo estar de acordo com as orientações dos órgãos locais e limpeza urbana.
⦁ A adoção de medidas de higiene e segurança permite que os funcionários envolvidos no PGRSS possam desenvolver seu trabalho com eficácia, reduzindo a exposição aos riscos inerentes à atividade.
⦁ Utilizar equipamentos de proteção individual (EPI) – luva de látex, máscara, óculos, avental impermeável, calçado de segurança – antes de iniciar o trabalho, de forma a evitar acidentes e mantê- los limpos, higienizados e guardados em local adequado após o uso em atividades de manipulação dos resíduos.
⦁ Não comer, beber ou fumar durante o manuseio dos resíduos.
⦁ Em caso de acidentes (cortes, arranhões), lavar a ferida imediatamente com água e sabão e procurar atendimento médico imediatamente.
⦁ Manter atualizado o registro de acidentes ocorridos durante o manuseio de resíduos;
⦁ Não reutilizar luvas em caso de rompimento; descartá-las imediatamente.





